A eletricidade estática é objeto de grande preocupação em áreas como refinarias, montadoras de automóveis, gráficas, tecelagens, fábricas de remédio e local onde são manipulados equipamentos eletro-eletrônicos.

Cargas estáticas podem ser geradas de várias maneiras. Entre elas podemos citar eletrização por contato, eletrização triboelétrica, eletrização por indução. Compreendendo os mecanismos da eletrização estática, torna-se mais fácil evitar o acúmulo de cargas estáticas, ou então, reduzi-las a níveis seguros. Atualmente, com a larga utilização de materiais sintéticos altamente isolantes, tanto na cobertura de pisos, mesas, cadeiras, roupas, sapatos e em quase todos os objetos de utilização diária, o aparecimento de eletricidade estática tem sido muito frequente, pois nessas situações, as cargas elétricas não podem ser escoadas. 

Dentre todos os processos de geração de carga estática, o mais comum é o carregamento triboelétrico, o qual é causado pelo atrito entre duas superfícies dielétricas. 

A quantidade de carga gerada por esse processo depende de muitos fatores, como a área de contato, pressão de contato, umidade relativa e velocidade com que uma superfície é atritada sobre a outra.

Os danos por ESD em componentes semicondutores de um produto eletrônico podem ocorrer desde a etapa de sua fabricação até sua instalação no usuário final. Normalmente resultam no manuseio inadequado em áreas com pouco controle contra ESD.

Um defeito por ESD é um sério inconveniente, principalmente, quando só observado depois do produto chegar ao cliente, porque sua qualidade ficou comprometida por uma falha nem sempre evidente.

O CTM realiza medições em equipamentos e estruturas com proteção contra descargas eletrostáticas (ESD), a qual é recomendada sua relização de forma periódica para garantir a qualidade dos produtos e a segurança de ambientes onde houver risco de incêndio ou perigo de explosão.